Terça-feira, 27 de Abril de 2004

Na minha Paz

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Na minha paz me sinto bem,
Solidão de pleno conforto,
Imensidão em que fico absorto
E onde vejo para mais além;

Onde a imaginação percorro
Desde o idílico ao temível
Percebendo que nada é impossível,
Em momentos de riso ou de choro;

O tempo não é barreira,
Nesta clarividência sem limite,
Tanto eufórico, como triste,
Não avisto qualquer fronteira.

Um dia é demasiado curto
E futilidades é o que nos trás.
Onde o infinito realmente jaz
É no refúgio da nossa paz.


Do meu grande amigo "André"

publicado por Hórus às 23:26
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1 comentário:
De Anónimo a 28 de Abril de 2004 às 21:52
o teu amigo escreve muito bem...
e tu trabalhas mt bem com html lolol...
beijosjoana
(http://malukita.blogs.sapo.pt)
(mailto:amymanson_13@iol.pt)


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