Quinta-feira, 8 de Abril de 2004

Vida



Quando o dia desperta
E a cidade acorda
Começa o lufa-lufa
Que só acaba ás seis.
Depois disso sou outro!
Quanta vida finjo ter!
Máscara em cima de máscara
Personagem em cima de personagem.
E lá vou eu
Rolando pela vida
Deixo-a passar, ou ela a mim!
Quanta gente engano?
Quanta gente me engana?
Mas... penso que é assim
Porque se assim não fosse
O que seria de mim!


publicado por Hórus às 01:36
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2 comentários:
De Anónimo a 8 de Abril de 2004 às 21:02
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De Anónimo a 8 de Abril de 2004 às 14:16
Espelhaste um pouco o que eu acho, a mascara que colocamos para pensarem que somos quem não somos, seres sorridentes de be com avida sem pbm, com uma vitalidade que não acaba, mas mascaras são como lhes chamaste, será que um dia alguém as conseguira tirar! Gostei do poema! Um beijo doceMissLadyMystery
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