Terça-feira, 31 de Janeiro de 2006

AVÔ

Mar.jpg

Lembras-te do meu nome,
Se eu te vir no céu ?
Serás o mesmo,
Se eu te vir no céu ?

Dás-me a mão
Se eu cair?
Sorris para mim
Se eu chorar ?

Quando a vida perder cor
desenhas -me o arco-iris,
numa tela azul ?
Quando a vida perder brilho,
pedes ás estrelas que brilhem,
iluminem o meu caminho.

A neve cai,
lá fora,
suave ,
doce,
como algodão,
e congela eternamente,
no meu coração
a tua paixão pela vida,
teu sorriso,
bondade,
humildade,
e o amor infinito,
que sentias por nós,
meu querido ,
e saudoso,
Avô.


Hórus

publicado por Hórus às 12:41
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De Anónimo a 31 de Janeiro de 2006 às 18:18
Infelizmente não tenho qualquer lembrança de nenhum dos meus avôs. Naquela altura a morte chegava bem mais cedo e as fotos não me trazem nenhuma recordação pois nunca os conheci em vida! Os meus pais vieram para Lisboa,há 55 anos e nessa altura só a minha avó era viva...lembro-me dum episódio em que o meu pai ao observar uma andorinha morta sobre o muro do nosso quintal ficou imensamente triste e pensativo...Soube mais tarde que naquele mesmo dia a minha avó tinha caído nas escadas de acesso ao quintal na casa do Funchal e veio a falecer pouco depois...Um abraço dum futuro(?)avô...Carlos Perry
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(mailto:carlosperry_645@msn.com)


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