Sábado, 21 de Janeiro de 2006

DOCE MAR

Mar.jpg


Lanço-me
ao mar,
sinto a água
terna e sensual,
a cobrir o meu corpo.
O perfume a maresia,
e o intenso azul,
floresce novamente
meu corpo e alma.
Saio radiante
cheio de doce espuma,
com sabor a sal.
Sento-me
em grãos de acuçar
amarelo,
fecho os olhos,
e aprecio
a sinfonia das ondas,
dirigidas pelo maestro
sol.
Na simplicidade
de tão belo momento,
solto do meu
pensamento,
sussurro
como é esplêndido,
e belo
o nosso
mar .

Hórus

publicado por Hórus às 19:44
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De Anónimo a 27 de Janeiro de 2006 às 19:23
Aqueles que dizem que esta poesia é fruto de "um delírio subsequente ao mergulho..."deveriam mergulhar nela com atenção para poderem aprender que na poesia não existe tempo...deveria também beber um pouco da simplicidade dos teus textos! Todos deveríamos aprender uns com os outros e deixar de lado o orgulho de tentar sempre mostrar-se superior aos outros! A humildade é algo que também devemos cultivar em nós próprios!O orgulho por vezes cega-nos a tal ponto que nos pode fazer cair nalgum precipício! Força Hórus os verdadeiros amigos estarão sempre contigo! San dr a
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(mailto:jardimsandra68@hotmail.com)


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