Segunda-feira, 17 de Abril de 2006

A Ti Me Confesso

 

Deus...

Porque me pedes

para

sentir em nós

uma razão

para não

ficarmos sós.

Frágil é o meu coração

magoado pela verdade

vítima de ilusão

que perdeu vitalidade.

 

Graciosa borboleta

prisioneira da sua própria Crisálida

coberta pela sombra impenetrável

que escureçe e torna pálida

a curta vida inalterável.

 

A alvura do meu ser

entenebrece a minha vida.

Será a impenitência um dom

ou um defeito a rever?

 

Peço-te, meu Deus

guarda-me esta Terra

que sendo de todos nós

gira de noite e de dia

tão pura e divinal

para que num futuro distante

possa viver livre e em harmonia

neste património natural.

 

Hórus

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


publicado por Hórus às 00:13
link do post
De Nylda a 18 de Abril de 2006 às 09:35
Olá Hórus...
Lindo o teu poema como sempre.
é sempre muito bom passar pela tua página para te ler.
Agora vou te confessar que este template não tem nada a ver contigo, malditos tipos da sapo que estragaram tudo :(.
Hórus, desejo-te uma excelente semana, deijo um beijo e um sorriso.


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