Sábado, 22 de Janeiro de 2005

O Desabafo da Alma

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Quanto amor procurado
Quanto ódio recalcado
Quanta navegação sem rumo
Quanto incêndio sem fumo
Quanta ilusão apagada
Quanta palavra calada
Quanta felicidade perdida
Quanta ira contida

Quanta dor – também de alma
Quanta droga procurando calma
Quanta flor em mim renascida
Quanta pétala pelo vento varrida
Quanto sossego não encontrado
Quanta solidão apesar de acompanhado

Quanta falta de ternura e de carinho
Quanta tristeza diluída em vinho

Quanto conseguido – quanto perdido
Quanta luta – quanto esquecimento
Quanto desengano – quanto desalento
Quanto desejo de vida no momento certo
Quanto receio de uma morte a rondar o meu pensamento.


Hórus

publicado por Hórus às 00:12
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De Anónimo a 22 de Janeiro de 2005 às 01:11
Primeiro vinha ca todos os dias
depois vinha duas vezes por semana...
continuei a vir...
os fortes tambem caiem! Mas a diferença entre os demais,
é que se erguem, mais e maior, imensos, e aprendem. Crescem!
Que boa esta tua volta!
Que (e juro te que não entendo isto, quando não se conhece o outro) feliz que fiquei!
há caminhos meu amigo, que temos que precorrer sozinhos!
Estas mais, maior, grandioso!
Quanta beleza nessa tua alma!
Quanta coisa boa que tens na vida!
quanta sensibilidade nesse coração!
Quanta alegria em partilhares comigo palavras!
Quantidade por muita que fosse não descreveria o abraço apertado que gostava de te dar..
pq tambem eu me ergo todos os dias!myryan
(http://outrademim.blogs.sapo.pt)
(mailto:myryan@sapo.pt)


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